sábado, 22 de setembro de 2012

Esta é boa....


"Portugal não é um país corrupto"


por Lusa, publicado por Ana Meireles
 A procuradora-geral Adjunta Cândida Almeida afirmou sábado que "Portugal não é um país corrupto" e que existe uma "perceção" exagerada da dimensão deste crime, sublinhando que é dos poucos Estados europeus onde se investigam "grandes negócios do Estado". "O nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto. Existe corrupção obviamente, mas rejeito qualquer afirmação simplista e generalizada, de que o país está completamente alheado dos direitos, de um comportamento ético (...) de que é um país de corruptos", disse a diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), numa conferência na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide. Depois de insistir várias vezes nesta ideia, a magistrada disse que, porém, não é essa a "perceção" da opinião pública, referindo que os relatórios da organização Transparência Internacional Portugal e os meios de comunicação social "arrasam-nos permanentemente" com a ideia de que o país "é corrupto". Cândida Almeida sublinhou que, no caso da Transparência Internacional, os relatórios "refletem tão só a perceção" que existe num país dois níveis de corrupção e que, no que toca aos meios de comunicação social e a declarações públicas nesse sentido, a maioria dos casos não têm fundamento ou referem-se a outros crimes, sendo o mais frequente a fraude fiscal. "Acontece que as pessoas, de uma maneira geral, sem saber exatamente o que estão a dizer, falam de corrupção num conceito sociológico, ético-político eventualmente, mas falam de coisas que não são corrupção, falam de coisas afins", disse, acrescentando que "a corrupção tem a ver com cidadãos ou funcionários que se vendem ou querem vender-se". E deu o exemplo do Operação Furação, que a opinião pública perceciona como estando relacionada com corrupção, quando, na realidade, está em causa fraude fiscal.
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E quer ela ser PGR!
Estamos desgraçados.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Democracia Portuguesa


CARTA DE UM CORONEL

Linda-a-Velha, 25 de Julho de 2012
Ao Major General
José Filipe Arnaut Moreira
Chefe de Gabinete de Sua Exª o Ministro da Defesa Nacional
Senhor General
Em 24 de janeiro p.p. dirigi-lhe carta, solicitando dar conhecimento de situação que sucintamente ali expunha, a Sua Exª O Ministro, avançando poder apresentar outros elementos , se necessários para esclarecer a situação.
Nada foi solicitado.
Escrevi-lhe, na firme convicção de poder contar com a sua honestidade e ética profissional.
Ainda que nada possa desmentir, não ter o sr General transmitido – como lhe era solicitado – o assunto a Sua Exª o Ministro., o que é um facto é que o assunto complicou-se, arrastando-se sem solução até aos dias de hoje.
Tendo já merecido, por incumprimento de decisão judicial do TCA – Sul de 12.1.2012 e por recusa tácita de prestação de informação legalmente devida : queixa ao 1º Ministro, queixa à Assembleia da Republica e, por fim, queixa-crime, por “denegação de justiça” à Procuradoria Geral da Republica.
Igualmente espero, em breve avançar com processo de indemnização contra o Estado.
E tudo por que, o MDN, na esteira de ordenar ao BPI-Pensões para actualizar o processo e pagar, quando o BPI-Pensões lhe solicita o fornecimento de “orientação” para o cumprimento do acórdão, nem sequer se digna responder.
Talvez que o sr Secretário de Estado, se esqueça (ou não saiba) os procedimentos a que é obrigado, quando ao serviço da administração pública, julgando – quem sabe – encontrar-se no desempenho de actividade privada, nomeadamente como director financeiro no Metro do Porto.
Senhor General: os nossos valores são necessariamente diferentes. Bastará o numero de anos que passei no Ultramar, onde iniciei a vida como Alferes. Nenhum de nós é melhor que o outro. Mas somos diferentes. Aquilo que lhe pode despertar profundo interesse, pode não ter qualquer importância para mim e vice-versa. Só que a dimensão dos problemas , só pode ser avaliada por quem os vive. Quem conhece a dificuldade da pega , não é o espectador que está na bancada, mas o forcado que a vai executar.
Tenho dívidas, que poderiam ser ( se não a totalidade, pelo menos em grande parte, se sacado 40% de IRS à cabeça) liquidadas, pelo dinheiro que o BPI-Pensões me deve. Mas tenho a vida infernizada , sem necessidade, pois que em estado de saúde muito pouco famoso (estenose aórtica grave, osteoporose com 3 vertebras colapsadas e insuficiência renal fase IV) e com 80 anos, estou “no terço superior da escala de promoção por distinção” para o Outro Mundo, o
que a suceder, vai deixar a mulher – sem necessidade nenhuma – cheia de problemas, e tudo, por que o Estado tem um comportamento, incompetente, irresponsável e caloteiro, que em nada se coaduna com um Estado de Direito Democrático, recordando a declaração de uma portuguesa que em tempos, no extinto jornal A CAPITAL, se interrogava sobre o Estado em que vivíamos seria “ de sacanas governados por bananas; ou de bananas, governado por sacanas”.
Os Governos mudam, mas os problemas mantêm-se. E manter-se-ão, enquanto persistirem em tratar o Estado como uma empresa.
Sua Exª o Ministro não gostou das declarações do Bispo das FA, D. Januário Torgal. Está no seu direito. Não iria tão longe. Mas não tenho a mínima dúvida, e afirmo, sem o mínimo resquício de dúvida, ter o Governo (na pessoa do Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos serviços do Ministério afins) um comportamento INCOMPETENTE, IRRESPONSÁVEL E CALOTEIRO.
E isto, sr General, solicito-lhe que o transmita a Sua Exª o Ministro.
Queira sr General, receber os meus melhores cumprimentos
Eduardo Matos Guerra – Cor.Cav. (ref)
Av.Pedro V nº31-6º Dtº 2795-151 Linda-a-Velha
214143134
“matosguerra3189@netcabo.pt”

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

POVO SOFRIDO

A falta de ética política e sentido de Estado dos cidadãos que ascenderam ao poder (governantes) em Portugal, depois de 25 de Abril de 1974, tem destruído o País e conduzido o povo à miséria  económica, social e humana.
O POVO vem sendo sistematicamente humilhado
Temos o dever de dizer BASTA!